Pix se torna referência em pagamentos digitais no lazer online
Pesquisa aponta que Pix é utilizado por 80% dos consumidores e amplia sua presença em diferentes segmentos da economia digital
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Criado em 2020 pelo Banco Central, o Pix se tornou um dos principais instrumentos financeiros do país e segue ampliando sua participação nas transações digitais. Em 2025, o sistema alcançou novos recordes de utilização e consolidou sua presença no comércio eletrônico, nos serviços digitais e em plataformas de entretenimento online.
Dados do Banco Central mostram que o volume movimentado pelo Pix cresceu significativamente ao longo do último ano, refletindo mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros. A praticidade das transferências instantâneas e a ampla adesão por parte de consumidores e empresas ajudaram a transformar o sistema em uma ferramenta presente no cotidiano da população.
Segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, o Pix já é utilizado por cerca de 80% dos consumidores como principal forma de pagamento. O avanço também é observado nas compras pela internet, onde o método vem ganhando espaço em diferentes categorias de produtos e serviços.
O crescimento do Pix acompanha a expansão da economia digital brasileira. Com mais de 170 milhões de usuários cadastrados, segundo dados divulgados ao longo de 2025, o sistema passou a desempenhar papel relevante não apenas nas transferências entre pessoas físicas, mas também nas relações de consumo.
Essa mudança pode ser observada em diferentes segmentos, como plataformas de streaming, marketplaces, jogos online e serviços por assinatura. A possibilidade de concluir pagamentos em poucos segundos contribuiu para simplificar processos e ampliar o acesso a serviços digitais para uma parcela maior da população.
Especialistas apontam que a popularização do Pix reduziu a dependência de meios tradicionais, como boletos e cartões de crédito, especialmente entre consumidores que antes enfrentavam limitações para realizar compras online.
O setor de entretenimento digital está entre os que mais incorporaram os pagamentos instantâneos à experiência do usuário. Pesquisa da Okto indicou que mais de 80% dos usuários abandonam transações que demoram mais de um minuto, evidenciando a importância de processos de pagamento rápidos e eficientes. A integração com o sistema simplificou etapas de pagamento e reduziu o tempo necessário para acessar conteúdos, jogos e outras experiências online.
Nos cassinos online regulamentados no Brasil, por exemplo, o Pix ganhou ainda mais relevância após a entrada em vigor da Lei nº 14.790/2023. A regulamentação reforçou a adoção de métodos de pagamento com maior rastreabilidade e segurança nas transações.
Nesse cenário, plataformas licenciadas passaram a utilizar o sistema como principal alternativa para depósitos e saques. É o caso do cassino da bet KTO, assim como de outras operadoras autorizadas a atuar no mercado regulado brasileiro. A plataforma, por exemplo, opera com tempo médio de saque de cinco minutos via Pix, condição que só se tornou viável porque a infraestrutura de pagamentos instantâneos já estava consolidada na rotina do consumidor brasileiro.
O Brasil ocupa hoje posição de destaque no cenário mundial de pagamentos instantâneos. A tendência é que o Pix se consolide como o principal meio de pagamento em diversas transações cotidianas até o final de 2026, consolidando o Brasil como referência global em pagamentos instantâneos — posição que já se construiu desde 2022, quando o país foi o segundo do mundo em volume de transações instantâneas, atrás apenas da Índia, com 29,2 bilhões de operações naquele ano.