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Por Redação

Como a cultura data-driven tem auxiliado na estratégia das empresas

Decisões pautadas em dados têm feito com que as corporações ajam menos por intuição e mais por informações reais coletadas de fontes fidedignas

Por Redação

Foto: iStock/ Jacob Wackerhausen

Tomar decisões nunca é algo fácil. Optar por uma coisa em vez de outra envolve correr riscos e fazer renúncias, porém sempre com o objetivo de colher o que é melhor e mais benéfico. Se isso já é algo complicado na vida pessoal, quando se trata de uma empresa, a responsabilidade é ainda maior.

As decisões tomadas dentro de uma organização, sejam elas estratégicas ou financeiras, por exemplo, podem ditar os rumos da empresa por anos a fio. Isso envolve desde a lucratividade, a competitividade, a visão que os consumidores possuem sobre a marca e até mesmo os empregos de dezenas, centenas e até milhares de trabalhadores.

Por essa razão, as decisões não podem ser tomadas "no escuro". Pautar-se em dados reais, projeções fidedignas e modelos consolidados é fundamental para chegar ao resultado almejado ou, ao menos, ao mais próximo possível dele, correndo o menor risco possível. Por isso, a cultura orientada por dados, conhecida como data-driven, tem crescido muito no mundo corporativo em 2025.

Como as decisões baseadas em dados otimizam estratégias

A prerrogativa é que somente com dados reais e mensuráveis e com uma boa interpretação deles é possível tomar decisões mais consistentes. E a tecnologia é uma grande aliada para tanto. Da análise dos processos às interações em redes sociais, é possível angariar grandes volumes de informação e utilizá-los a favor das melhorias.

Ações de marketing são grandes beneficiadas pelos dados obtidos dos clientes, seja em pesquisas ou nas redes sociais. Uma base de dados bem fundamentada é capaz de até mesmo predizer quais serão as futuras necessidades e desejos de consumo dos clientes em potencial.

A nível estratégico, o funcionamento é praticamente o mesmo. O importante é coletar dados e determinar indicadores-chave de desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicators), que facilitarão sua leitura e uso posterior. Os indicadores podem ser quantidade de vendas, tíquete médio, faturamento, entre outros. Já as fontes podem ser relatórios, sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) ou CRM (Customer Relationship Management), fontes externas e muito mais.

Capacitação profissional e o papel do aprendizado contínuo

O importante é fazer desta prática uma cultura dentro da corporação. Isso é, uma cultura que valorize todos os tipos de dados e os trate como verdadeiros ativos. Esse é um desafio considerável, uma vez que muitas empresas podem sofrer com entraves, como a própria resistência interna à mudança.

Mas somente o investimento correto na tecnologia adequada e o constante aperfeiçoamento das equipes permitem que a empresa se torne cada vez mais ciente da importância dos dados como ativos. As melhorias são muitas, como:

— melhor eficiência operacional;

— redução de custos;

— melhor aplicação de recursos;

— maior prontidão para mudanças no mercado.

Logo, é fundamental que se invistam esforços em capacitação e treinamento para mudar esse patamar para a nova realidade desejada. Afinal, equipes capacitadas são capazes de extrair muito mais resultados, principalmente pelas habilidades analíticas desenvolvidas. Para tanto, um curso de análise de dados EAD (Educação a Distância) pode ser muito interessante.

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